Quais fatores resultam na desvalorização de um imóvel?

Quais fatores resultam na desvalorização de um imóvel?
09 out. 2023

Listamos 8 aspectos da gestão de um condomínio que podem fazer com que o valor do imóvel seja reduzido no mercado imobiliário

O proprietário de um imóvel visa valorizar o seu ativo, independentemente se o espaço foi adquirido para viver ou como um investimento. Uma das expectativas com esse tipo de aporte é valorizar os recursos em um bem palpável, o que o difere dos investimentos financeiros bancários tradicionais.

Nem sempre, porém, um imóvel vai se valorizar com o passar do tempo por diversas razões. A maioria delas está relacionada à gestão do espaço em si, enquanto outras dependem de questões externas, normalmente atreladas à rotina da cidade.

Um desses exemplos é a localização, que pode impactar diretamente na desvalorização de um imóvel. Um empreendimento desenvolvido em uma área menos nobre, com poucos serviços e falta de acesso de transporte coletivo, impacta em seu valor de mercado.

Por isso, conhecer o município, suas legislações e o seu plano diretor ajudam a fazer boas escolhas na hora de adquirir um imóvel, conhecendo o mercado imobiliário local, a demanda da região e até mesmo a situação econômica do país.

Os tópicos a seguir, porém, tratam especificamente da gestão do condomínio em si.

1. Documentação

Vamos partir do princípio: empreendimentos sérios e de empresas responsáveis são projetados seguindo as legislações, respeitando os atributos de compliance.

Nesse sentido, o dever do comprador é fazer uma pesquisa a respeito da empresa e conhecer o histórico empresarial antes de aportar recursos, especialmente na compra de imóveis na planta.

Incorporadoras sérias conhecem as regras e as seguem, garantindo o recebimento de todos os documentos necessários para que o empreendimento possa ser habitado, caso do habite-se.

Caso haja alguma irregularidade, torna-se difícil vendê-lo posteriormente, resultando na desvalorização de um imóvel.

2. Má conservação

Documentação em dia, a preocupação deve ser com a conservação. Sim, a primeira impressão é a que fica: esse ditado costuma ser levado à risca quando se trata do mercado imobiliário.

Nesse sentido, é importante que haja um cuidado com a conservação do condomínio tanto das áreas compartilhadas quanto das privativas. Afinal de contas, a má conservação é sinal de necessidade de reformas para um eventual comprador, o que contribui para a desvalorização de um imóvel.

Preocupação com a pintura externa ou com a limpeza, com azulejos e pisos quebrados, entre outros sinais de desgaste, costumam interferir no valor de um imóvel.

Na parte interna, vale a preocupação com os imóveis, vidro, limpeza e organização, o que costuma interferir na escolha dos futuros compradores.

3. Garagens descobertas

O Brasil encerrou o ano de 2022 com 115 milhões de veículos. A proporção é de um carro a cada dois habitantes. A mesma lógica de necessidade de reforma do item anterior é vista neste quesito.

É provável que, nos próximos anos, sejam apresentados projetos para cobrir as garagens, o que vai implicar em mais custos.

4. Falta de investimento em segurança

Infelizmente, o Brasil é um país que sofre com a falta de segurança pública, em especial nas grandes cidades. Por isso, a estrutura de segurança de um condomínio é vista com bons olhos.

Não há necessidade de grandes aportes, mas da oferta de dispositivos e da infraestrutura para garantir a segurança, com câmeras, alarmes, portões eletrônicos,  cercas elétricas, entre outros.

O condomínio pode investir também em equipes especializadas e normas claras para aumentar a percepção de segurança dos condôminos.

5. Desconexão com as tendências

Embora um imóvel costume ser um bem de longa duração, é importante que o aporte de recursos seja feito em um empreendimento alinhado às tendências.

Atualmente, por exemplo, valorizam-se condomínios com espaços compartilhados planejados para a vida em home office ou trabalho híbrido, com coworking, por exemplo.

Além disso, questões sustentáveis – reaproveitamento de água, energias renováveis, vagas para carros elétricos – são cada vez mais exigidas.

6. Falta de áreas comuns

Diretamente conectado ao tópico anterior, as áreas comuns precisam se tornar atrativas para as pessoas. Um exemplo é o de espaços para pets: cada vez mais, há uma redução das famílias e uma maior presença de pets, que podem ter o seu espaço no empreendimento.

Isso sem contar áreas compartilhadas com finalidades claras e muito úteis, como academias, piscinas, playgrounds e quadras esportivas.

7. Desrespeito à acessibilidade

Cerca de 15% da população do Brasil é idosa. Rampas de acesso, elevadores, corrimões, pisos emborrachados, entre outros pontos, podem se tornar um diferencial importante na hora de comercializar um imóvel para este perfil de pessoa.

A preocupação com esta área não apenas valoriza o imóvel, como demonstra cuidado com os idosos e pessoas com algum tipo de deficiência ou dificuldade de locomoção.

8. Gestão condominial ineficiente

Em artigo recente do blog, mostramos como os 5Cs – cachorro, cano, carro, criança e calote – impactam na rotina de um condomínio. Um dos fortes pontos de desvalorização de um imóvel é uma taxa condominial que condiz com a estrutura oferecida.

Em geral, isso está relacionado à má gestão pelos síndicos. Portanto, busque empresas especializadas ou profissionais capacitados para evitar este tipo de problema.

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