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Entenda as vantagens e as desvantagens dos andares altos, baixos e intermediários e descubra qual é o melhor andar para morar de acordo com seu perfil
Durante a busca pelo apartamento ideal, uma das dúvidas que surge é qual o melhor andar para morar. Afinal, essa é uma decisão que vai impactar o dia a dia da família e fazer algumas ponderações pode ser importante antes de fechar o negócio.
Alguns pontos a serem considerados incluem a vista e a privacidade que o andar proporciona, a iluminação solar e a entrada de vento, a segurança e a facilidade de acesso, o excesso de barulho, entre tantos outros pontos. Importante também pensar no perfil dos moradores, suas necessidades e na infraestrutura que o condomínio oferece.
Quer saber qual o melhor andar para morar? Continue acompanhando o texto.
Na realidade, o melhor andar para morar é aquele em que você se sente bem, confortável e em casa, sem sofrer todos os dias por ter que subir muitos andares ou por morar em um apartamento baixo sem incidência solar.
Para isso, é fundamental analisar o entorno do condomínio para ver as incidências de luz natural e de ventilação e a presença – ou possível futura presença – de outras construções muito próximas. Todas essas conferências antes da escolha influenciam o cotidiano e a saúde mental de quem vai habitar o local.
Mas vamos às vantagens de cada um dos andares:
Apesar do custo maior, os apartamentos em andar alto proporcionam vistas mais bonitas, especialmente se o condomínio estiver em uma região alta. Caso não haja bloqueio no entorno, a ventilação e a incidência de luz também são ligeiramente maiores.
Outro ponto positivo em ter um apartamento em andar alto é a diminuição de ruídos das áreas externas. Condomínios de luxo normalmente contam com janelas duplas, que vedam melhor os barulhos externos, mas esse adicional blinda ainda mais a entrada de qualquer ruído.
Porém, uma desvantagem do andar alto é a dependência do elevador. Situações como manutenção ou falta de luz comprometem o uso e, por mais que você goste ou esteja habituado à atividade física, subir e descer vários andares depois de um dia de trabalho pode ser cruel.
Outro ponto de atenção é em relação à rotina: edifícios com muitos pavimentos podem ter deslocamentos mais longos, especialmente em horários de pico. Caso sua rotina seja de muitas entradas e saídas, vale a pena considerar esse ponto.
Começamos pelo possível menor custo em relação às demais unidades, o que já é um diferencial que atrai muita gente. O fácil acesso para entrar e sair do condomínio também contribui para a escolha de um apartamento em andar baixo, que, muitas vezes, dispensa o uso do elevador.
Essa relação mais direta com o exterior, além da praticidade, possibilita uma conexão ainda maior com o condomínio, contribuindo para o uso de áreas comuns, como academia, spa ou piscina.
Por outro lado, essa proximidade com a rua também tem seu lado negativo: maior circulação de pessoas, mais ruídos e menos privacidade. A iluminação do imóvel também pode ficar um pouco comprometida e limitada.
Esses são aqueles que oferecem o equilíbrio. Nem tão alto, nem tão térreo, os andares intermediários (que dependem da altura do prédio) agregam os pontos positivos dos altos e baixos, sem tanta interferência dos pontos negativos de ambos.
Em conjunto com os tópicos já mencionados com as vantagens e desvantagens dos andares baixos e altos, entender o perfil de cada morador contribui para a escolha final.
Por exemplo, uma família com crianças, idosos e pets pode preferir os andares intermediários a mais baixos, pois oferecem segurança e acesso mais rápido e fácil para os deslocamentos. Já aqueles que trabalham em home office e buscam mais silêncio e privacidade podem optar pelos intermediários a mais altos.
Para quem procura por um imóvel para investir para alugar, os andares intermediários costumam ter boa liquidez e agradam a diferentes perfis de compradores e locatários, ampliando o potencial de valorização e reduzindo o tempo de vacância.
A escolha do melhor andar para morar depende do estilo de vida, da rotina e das prioridades de cada família. Enquanto os altos oferecem mais privacidade e vista privilegiada, os baixos garantem praticidade no acesso. Já os intermediários costumam ser o equilíbrio. Avaliar cuidadosamente esses fatores é o melhor caminho para encontrar o apartamento ideal.
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(Imagem: suíte do Serra Juvevê)
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