Smart home: como integrar tecnologia e design nos apartamentos?

Smart home: como integrar tecnologia e design nos apartamentos?
03 jul. 2023

Novo conceito garante a automação das residências, oferecendo controle simples e ao comando da voz de uma série de aspectos, como iluminação, temperatura, segurança e muito mais

Um dos novos conceitos de moradia é o chamado “smart home”, quando a tecnologia e o design se integram perfeitamente aos ambientes individuais. Cada vez mais, os novos empreendimentos são planejados tendo esse propósito em mente, o que abre a possibilidade de diversas automações visando o conforto.

Uma pesquisa realizada pelo instituto IDC divulgada no ano passado mostrou que houve aumento de 11,7% no número de dispositivos inteligentes instalados em residências em 2021 frente a 2020. Somente em 2021, 895 milhões de equipamentos para este propósito foram adquiridos em todo o mundo visando aumentar a inteligência das residências.

E as projeções se mostram muito positivas para o futuro, especialmente pela evolução da tecnologia chamada “Internet das Coisas”. Ela significa a possibilidade de dispositivos estarem conectados entre si. Em um primeiro momento, ela se disseminou para as indústrias, mas está se espalhando para as casas inteligentes ou smart homes, integrando tecnologia e design.

Estimado em US$ 86,48 bilhões em 2020, o mercado global de smart home deve superar os US$ 380 bilhões em 2028, o que representa um crescimento anual de 21,1% ao ano no período. Os dados são da consultoria Fortune Business Insights.

Essa é também uma das perspectivas da geração Z, conforme demonstramos neste artigo. Além das preocupações ambientais, trata-se de um grupo de pessoas muito familiarizado com a tecnologia e que desfruta deste tipo de automação.

O que é uma smart home?

Imagine conseguir integrar a sua casa à assistente virtual e ter eletrodomésticos, eletrônicos, cortinas, iluminação, temperatura ao controle da sua voz ou no seu celular? É esse o futuro imaginado para as casas inteligentes. O principal foco está em aumentar o conforto dos moradores, além da versatilidade dos imóveis, usados também no ambiente de trabalho.

Nesse quesito, o desafio está em integrar tecnologia e design, instalando os dispositivos adequados dentro de uma planta de forma estruturada, que combine com a sua família e privilegiando outros aspectos decorativos, como uma marcenaria inteligente.

Depois da pandemia, outro ponto a ser reforçado é a possibilidade de evolução dos comandos touchless. Ou seja, evitando que haja contato entre as pessoas, o que amplia também a segurança sob a perspectiva sanitária. Veja algumas possibilidades da integração entre tecnologia e design que ficam a um mero comando de voz:

– Controle de iluminação – Imagine ter em seu escritório uma iluminação branca, mais adequada à produtividade e que possa ter sua intensidade adaptada à quantidade de luz do dia. Sim, é possível ter este tipo de controle em espaços como escritórios ou até uma sala de estar, quando usada para fins de trabalho.

Por outro lado, quando o home office chega ao fim, muda-se para uma iluminação natural amarela, que vai sendo reduzida gradativamente mais próximo do momento de dormir. É um tipo de luz mais recomendada para a leitura, por exemplo, naquele momento em que se deixa os dispositivos de lado para favorecer o sono, um dos pilares da nossa saúde.

– Cortinas automatizadas – Você pode querer um momento de mais privacidade ou até mesmo eliminar totalmente o som das ruas para uma reunião ou para ver um filme. É possível simplesmente mandar a cortina descer, o que traz mais conforto térmico, sonoro e de luminosidade para os ambientes.

– Segurança – Fechaduras inteligentes, câmeras de monitoramento com alertas de movimento ou sensores… Tudo isso pode estar na palma da mão quando estiver fora ou dentro de sua casa.

– Termostato, ar-condicionado e aquecedores – Com projetos como os da Víncere Incorporadora, que se preocupam com o conforto térmico, é comum que haja um controle de temperatura do ambiente, especialmente em cidades com grande variação térmica, como Curitiba. Seria possível ajustar a temperatura ao conforto da família sem muito esforço.

– Integração a mercados e eletrônicos – Um segundo passo das smart homes é a possibilidade de ajustar as compras às demandas do dia a dia. Por exemplo, é possível receber um alerta de que os ovos da geladeira acabaram – ou estão perto de acabar. Com isso, é possível fazer as próprias compras sem sair de casa e recepcioná-las, com os aplicativos já existentes para esta finalidade.

– Dispositivos inteligentes – Quem nunca esqueceu a chaleira de água no fogão? O pão dentro da tostadeira? Imagine poder desligar esse tipo de equipamento de forma automática, estabelecendo um tempo para cada um deles ou mesmo só avisando que chegou a hora de desligá-los. Essa é a possibilidade do futuro.

Vale ressaltar que todas essas opções demandam também investimentos estruturais e melhoria na conectividade de uma maneira ampla – incluindo as operadoras. Como há uma maior demanda na relação entre os dispositivos, exige-se um tipo de conexão que seja ininterrupta e segura, além de ter uma alta demanda de velocidade.

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